1.Mito: A nossa genética determina o futuro dos nossos cérebros.
Fato: A neuroplasticidade nos permite ao longo da vida, através de nossas ações e estilo de vida, determinar de uma forma ativa a forma que nosso cérebro irá se desenvolver.
2. Mito: Envelhecimento implica em declínio automático.
Fato: Não há uma trajetória que seja precisamente fixa acerca de como nossas funções cerebrais evoluem com o envelhecimento. A cognição (nossas funções cerebrais superiores, que nos distinguem dos primatas), se bem trabalhada pode sempre ser aprimorada. É algo curioso, mas para toda função intelectual, pode-se encontrar pessoas que melhoram progressivamente com o passar dos anos. Quando se envelhece, desenvolve-se muitas vezes uma tendência a se simplificar nossas atividades. Até como um mecanismo de defesa. O fato é que essa postura, e não o envelhecimento em si faz com que criemos menos sinapses novas e entremos numa tendência cada vez maior de redução da funcionalidade. O resumo disso é que a “preguiça” é um grande veneno para o nosso corpo, e o cérebro não é diferente. Cabe a nós escolher entre uma curva ascendente ou descendente e dar este comando ao cérebro.
3. Mito: As medicações são a grande esperança para a melhora cognitiva Leia mais →
Alguns Mitos e Verdades Sobre o Cérebro Humano
/0 Comentários/em Artigos /por1.Mito: A nossa genética determina o futuro dos nossos cérebros.
Fato: A neuroplasticidade nos permite ao longo da vida, através de nossas ações e estilo de vida, determinar de uma forma ativa a forma que nosso cérebro irá se desenvolver.
2. Mito: Envelhecimento implica em declínio automático.
Fato: Não há uma trajetória que seja precisamente fixa acerca de como nossas funções cerebrais evoluem com o envelhecimento. A cognição (nossas funções cerebrais superiores, que nos distinguem dos primatas), se bem trabalhada pode sempre ser aprimorada. É algo curioso, mas para toda função intelectual, pode-se encontrar pessoas que melhoram progressivamente com o passar dos anos. Quando se envelhece, desenvolve-se muitas vezes uma tendência a se simplificar nossas atividades. Até como um mecanismo de defesa. O fato é que essa postura, e não o envelhecimento em si faz com que criemos menos sinapses novas e entremos numa tendência cada vez maior de redução da funcionalidade. O resumo disso é que a “preguiça” é um grande veneno para o nosso corpo, e o cérebro não é diferente. Cabe a nós escolher entre uma curva ascendente ou descendente e dar este comando ao cérebro.
3. Mito: As medicações são a grande esperança para a melhora cognitiva Leia mais →
Neuroplasticidade
/0 Comentários/em Artigos /porA Neuroplasticidade pode ser definida como as contantes adaptações do cérebroaos diferentes estímulos que ele recebe. De uma forma bastante simplicficada, no cérebro, a energia irá para onde a atenção ou a consciência for canalizada.
O aprendizado é visto como neuroprotetor porque, através da neuroplasticidade ele aumenta as conexões neuronais, aumenta o metabolismo neuronal e aumenta ainda a síntese de um fator de crescimento neuronal, uma substância produzida pelo corpo que ajuda na manutenção neuronal. A Neuroplasticidade manifesta-se no cérebro de diferentes maneiras e em diferentes momentos da vida. No início da vida, na vida adulta e às lesões cerebrais.
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Percepção
/0 Comentários/em Artigos /porO que acontece quando você não consegue dormir por causa de um barulho, liga o ventilador, que também produz um barulho, e então consegue dormir? Como a seleção natural Darwiniana favoreceu as presas, que se camuflavam melhor, e permitiu que elas passassem despercebidas dos seus predadores e mantivessem suas respectivas espécies vidas? Sim estamos dando claros exemples de percepção. Seja ela auditiva (exemplo do ventilador), visual (exemplo da presa e predador) ou envolvendo qualquer dos nossos sentidos, o fato é que a nossa capacidade de percepção se manifesta constantemente. Leia mais →
Mente e Cérebro
/0 Comentários/em Artigos /porMuitos pensam, erroneamente, que mente e cérebro são a mesma coisa. Cérebro é uma parte do corpo. Ainda que os comandos para os nossos movimentos partam do cérebro, não se consegue identificar anatomicamente de onde partem as nossas vontades e intenções.
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